Alma Beatnik
- Guilherme Giublin
- há 2 dias
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Poemas, crônicas, contos, biografias e relatos de viagens que se encaixem no estilo da Literatura Beatnik.
Contracultura, inconformação com a moral, religião e política ocidental, apreciação pelo outsider, marginalidade, antimilitarismo, ou seja, desapreço por tudo que nos oprime e controla. Esta era a bandeira dos autores da geração beatnik.
São estes tipos de textos que queremos na coletânea Beatniks.
Como os autores têm estilos variados, aceitaremos crônicas, contos, poemas, biografias de pessoas com ideologias beatniks, autobiografias e relatos de viagens.
A gama de estilos, dentro do que foi colocado no “item a” é variada. Sem esgotar os autores, temos o expressionismo e surrealismo junk de Burroughs, a poesia política-existencial de Ginsberg, a marginalidade das ruas de Corso, o relato da loucura de Solomon, a sobriedade crítica de Ferlinghetti, a narrativa automática de Kerouac, a antropologia social de Snyder, a musicalidade de Ted Joans, além das excelentes autoras femininas de romances e poesias que foram apagadas da história do movimento e agora ganham merecida atenção como Diane di Prima, Hettie Jones, Joyce Glassman, Elise Cowen, Joan Vollmer, Joanne Kyger e a poesia erótico pornográfica de Lenore Kandel.
Existiram muito mais beatniks, e ainda existem mentes inconformadas e fora do sistema que podem ser considerados descendentes diretos desta geração. São destas e destes descendentes Beats que queremos textos para a coletânea.




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